17 de fevereiro de 2012

Cardeal Stanislaw Rylko vem ao Rio acertar detalhes da JMJ

O Cardeal Stanislaw Rylko, presidente do Pontifício Conselho para os Leigos (PCL), órgão responsável pela organização da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) no Vaticano, virá ao Rio de Janeiro na segunda-feira, dia 27.

Ele ficará na cidade durante cinco dias, onde participará de reuniões com os representantes do Comitê Organizador Local (COL) da JMJ Rio2013, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), além de um encontro com representantes de movimentos jovens e comunidades novas do Rio. Na programação, ele irá visitar possíveis locais da cidade que poderão receber os eventos oficiais da JMJ Rio2013.

No dia 2 de março, às 11h, o Cardeal Rylko e o arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, darão uma coletiva de imprensa onde farão um balanço das atividades realizadas pela Comitiva do PCL durante a visita ao Rio. A coletiva será no edifício João Paulo II, na Glória.

Os detalhes da vinda do cardeal ao Rio foram fechados na tarde desta quarta-feira, 15, durante reunião do COL. Desde segunda-feira, os coordenadores de todos os setores da Jornada estão reunidos no Colégio Regina Coeli, na Tijuca, para avaliação dos passos dados, até o momento, na construção da JMJ Rio2013.

Acompanhando o Cardeal Rylko, vêm ao Brasil uma comitiva com mais três representantes do PCL: padre Eric Jacquinet, responsável pela Seção Jovem; Marcello Bedescci, presidente da Fundação João Paulo II para a Juventude e padre João Wilkes Chagas.



Fonte: Arquidiocese

Carnaval também pode ser um tempo para a oração


Aqueles que preferem aproveitar os dias de carnaval para a oração e o aprofundamento da fé estão convidados a participar, entre os dias 19 e 21 de fevereiro, das 8h às 18h, do Retiro Arquidiocesano Rio de Água Viva, promovido pela Renovação Carismática Católica (RCC), no Colégio Salesiano, em Riachuelo. O encontro, voltado para a espiritualidade, contará com momentos de louvor, adoração, oração, pregações e missas.

Sob o tema “O Senhor é meu pastor e nada me faltará”, cerca de mais de 10 mil pessoas de todas as paróquias da Arquidiocese do Rio devem participar do encontro, que é gratuito e apresenta em sua estrutura uma equipe para cuidar das crianças, para que aqueles que têm filhos pequenos possam estar atentos ao conteúdo apresentado enquanto os menores se divertem e, ao mesmo tempo, são evangelizados. A Pastoral Vocacional também se fará presente para orientar os que se sentem chamados à vida sacerdotal e religiosa.

O Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, o Bispo Auxiliar Dom Antônio Augusto, o Coordenador Nacional do Ministério Cristo Sacerdote da RCC, Padre Geovane Ferreira, o Pároco da Igreja São Joaquim, Padre Gleuson Gomes e o diretor espiritual do Conselho Arquidiocesano da RCC, Padre Marcos Dantas são presenças confirmadas para o encontro. O Rio de Água Viva desta vez terá ambientação sonora de música clássica, sob a regência do maestro Vito, que atuará junto à animação conduzida pela banda Canto Novo e pelo pregador da RCC, Pedro Nascimento.

O retiro, que em 2012 também marca a comemoração dos 40 anos da RCC no estado, será transmitido ao vivo pela Web TV Redentor.

O Colégio Salesiano fica na Rua Luiz Zancheta,48, em Riachuelo. Outras informações pelos telefones: 2234-1330/ 9156-5185, e-mail: riodeaguaviva.rccrj@gmail.com ou pelas redes sociais.

*Foto: Luiz Antônio de Oliveira
* Colaboração: Raquel Araujo

Fonte: Arquidiocese


16 de fevereiro de 2012

Novas fotos em nossa galeria do Picasa

Vejam as fotos tiradas durante a confraternização pelo aniversário de Ordenação Sacerdotal de nosso pároco Pe. Aldo. 

Nota da Assessoria de Imprensa Arquidiocese Rio de Janeiro

A reportagem “Enfim sós”, da Revista O Globo (12/02/2012), que trata dos matrimônios celebrados na Igreja Católica, contém algumas afirmações não verídicas. 

Desde sempre a Igreja Católica teve Tribunais Eclesiásticos. A Igreja não faz anulações matrimoniais, mas apenas declara que, em alguns casos, esses matrimônios não existiram. Não é anulação e sim nulidade. 

Obviamente milhares de matrimônios são celebrados no mundo inteiro validamente, e em quantidades menores alguns são declarados inválidos ou nulos pelos Tribunais Eclesiásticos. 

A introdução de um processo de nulidade matrimonial poderá ser efetuada por qualquer pessoa, independente de seu poder aquisitivo. 

Para a Igreja, o matrimônio é um sacramento e uma vez que as partes dão o seu consentimento válido é para sempre. Não se trata de um folclore, muito menos é uma questão somente de âmbito social, de festa, ou de um processo mais filosófico. Não é também uma simples dissolução, como se fosse o término de uma união conjugal que existiu e terminou. 

A nulidade matrimonial é declarada pelos Tribunais Eclesiásticos nos casos onde os noivos, no momento da celebração do matrimônio não desejavam viver uma vida conjugal. Portanto, nesses casos o matrimônio nunca existiu verdadeiramente.

Fonte: Arquidiocese

Jovens conectados estréia programa na TV Canção Nova


Depois do site e das redes sociais, é a vez da televisão. 

A Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude, da CNBB, vai estrear nesta quarta-feira, dia 15, o programa Jovens Conectados na TV Canção Nova.

O programa irá ao ar toda quarta-feira às 18h53, logo antes do Jornal da Canção Nova, e será reprisado em outros horários. Não perca!

Além do testemunho de jovens, haverá a participação de sacerdotes, religiosos e artistas do meio católico. Produzido por jovens da equipe nacional de comunicação da Comissão para a Juventude, a ideia é chegar a mais emissoras católicas e, em breve, às rádios.

Os primeiros programas estarão focados na Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que ocorrerá no Rio de Janeiro em julho de 2013, e na peregrinação da Cruz dos Jovens e do Ícone de Nossa Senhora, Símbolos da JMJ.

A Comissão para a Juventude é presidida por Dom Eduardo Pinheiro da Silva, bispo auxiliar de Campo Grande. Fazem parte dela, também, Dom Vilsom Basso e Dom Bernardino Marchió, além de dois assessores nacionais, Padre Carlos Sávio Ribeiro e Padre Antônio Ramos Prado. Além disso, a Comissão é auxiliada pelos 17 bispos referenciais da juventude nos Regionais da CNBB, por uma Coordenação Nacional de jovens, por várias equipes dedicadas à Evangelização da juventude e, ocasionalmente, por assessores e peritos convidados.
Fonte: Site JMJ

Presidência da CNBB dará coletiva de imprensa hoje


A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) dará uma coletiva de imprensa, nesta quinta-feira, 16, às 11h30, no encerramento da reunião do Conselho Episcopal Pastoral (Consep), que acontece na sede da instituição desde o dia 14.
Três temas marcarão a conversa dos bispos com os jornalistas: a Lei da Ficha Limpa, cuja constitucionalidade será julgada hoje pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a situação dos povos indígenas Guarani Kaiowá e a atuação do Conselho Nacional de Justiça, que teve seus plenos poderes reconhecidos pela suprema corte do país no início do mês.
A CNBB foi uma das principais motivadoras da criação da Lei da Ficha Limpa por meio de projeto de lei de iniciativa popular. Sua plena aplicação já nas eleições deste ano é aguardada com ansiedade por todos que combatem a corrupção eleitoral no país.
Outro tema que preocupa a CNBB é a situação dos indígenas Guarani Kaiowá, no Mato Grosso do Sul. No mês passado, o secretário geral da Conferência dos Bispos, dom Leonardo Ulrich Steiner, visitou várias aldeias destes indígenas e se mostrou perplexo com a situação em que vivem.
“A situação é de desamparo e violência. Pelo constatado, a origem de todos os problemas está na falta de andamento dos processos de demarcações de terras tradicionais e na ausência de políticas publicas'', disse dom Leonardo tekoha Kurusu Amba, no município de Coronel Sapucaia.
O terceiro tema sobre o qual os bispos falarão na coletiva diz respeito à decisão do STF que os plenos poderes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Avaliada positivamente pelo Consep, a decisão do Supremo foi motivada por uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), impetrada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (ABM) contra a Resolução 135 do CNJ.
Fonte: CNBB

15 de fevereiro de 2012

[LEMBRETE] AVISO AOS COORDENADORES PASTORAIS


Quarta-feira dia 15/02 à partir das 19h ocorrerá nosso 1º encontro do Conselho Pastoral Paroquial do ano.


Presença obrigatória para todos os coordenadores de movimentos e pastorais.


Caso não possam comparecer informem ao Pároco e enviem um representante.

O Ensino Religioso - Síntese panorâmica do Magistério católico

Dom Nelson Francelino - Bispo Auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro

"A obra educativa parece tornar-se cada vez mais árdua porque, numa cultura que demasiadas vezes faz do relativismo o seu próprio credo, acaba por faltar a luz da verdade”. (Bento XVI)

O ensino religioso na escola constitui uma exigência da concepção antropológica aberta à dimensão transcendental do ser humano: é um aspecto do direito à educação. Sem esta disciplina, os alunos estariam privados de um elemento essencial para a sua formação e desenvolvimento pessoal, que os ajuda a atingir uma harmonia vital entre a fé e a cultura. A formação moral e a educação religiosa favorecem também o desenvolvimento da responsabilidade pessoal e social e demais virtudes cívicas, e constituem então um relevante contributo para o bem comum da sociedade.

Numa sociedade pluralista e laica como a nossa, o direito à liberdade religiosa exige a garantia da presença do ensino da religião na escola e a garantia que tal ensino seja conforme as convicções dos pais. Pois, como recorda o Concílio Vaticano II: “[Aos pais] cabe o direito de determinar o método de formação religiosa a dar aos filhos, segundo as próprias convicções religiosas. (...) Violam-se os direitos dos pais quando os filhos são obrigados a frequentar aulas que não correspondem às convicções religiosas dos pais, ou quando se impõe um tipo único de educação, do qual se exclui totalmente a formação religiosa” (Declaração Dignitatis humanae 5). Esta afirmação encontra correspondência na Declaração universal dos direitos do homem (art. 26) e em tantas outras declarações e convenções da comunidade internacional.

O Ensino Religioso no currículo escolar está garantido desde a constituição Federal promulgada em 1987/1988. Naquela época, o texto constitucional dizia que: “O Ensino Religioso ocupa-se com a educação integral do ser humano, com seus valores e suas aspirações mais profundas. Este ensino quer cultivar no ser humano as razões mais íntimas e transcendentais, fortalecendo nele o caráter de cidadão, desenvolvendo seu espírito de participação, oferecendo critérios para a segurança de seus juízos e aprofundando as motivações para a autêntica cidadania.” Portanto, não se pretende fazer da sala de aula uma comunidade de fé, mas um espaço privilegiado de reflexão sobre limites e superações. Isto implica na necessidade de se construir uma pedagogia que favoreça tal perspectiva.

A marginalização do ensino da religião na escola leva a assumir, pelo menos na prática, uma posição ideológica que pode induzir ao erro ou produzir um prejuízo para os alunos. Além disso, poder-se-ia também criar confusão ou gerar um relativismo ou indiferentismo religioso se o ensino da religião estivesse limitado a uma exposição das várias religiões de modo comparativo e “neutro”. A propósito, João Paulo II explicava: “A questão da educação católica compreende (…) o ensino religioso no âmbito mais alargado da escola, seja ela católica ou do estado. À tal ensino têm direito as famílias dos crentes, que devem ter a garantia de que a escola pública – exatamente porque aberta a todos – não só não ponha em perigo a fé dos seus filhos, mas, antes, complete, com adequado ensino religioso, a sua formação integral. Este princípio está enquadrado no conceito de liberdade religiosa e do Estado laico verdadeiramente democrático, que, enquanto tal, isto é, no respeito da sua profunda e verdadeira natureza, se coloca ao serviço dos cidadãos, de todos os cidadãos, no respeito dos seus direitos e das suas convicções religiosas” (Discurso aos Cardeais e aos colaboradores da Cúria Romana, 28 de Junho de 1984).

Por intermédio de práticas educacionais, o Ensino Religioso viabiliza o exercício da tolerância e o respeito à diversidade, principalmente porque o lugar da escola pública permite a reunião de diversas representações de fé. Aqueles que são favoráveis a esta disciplina não devem pretender fazer da sala de aula um lugar de proselitismo, mas um espaço privilegiado de reflexão sobre direitos, deveres e fraternidade. Isto implica na necessidade de se construir uma pedagogia que favoreça tal perspectiva, porque o seu objetivo é fruto de experiências pessoais, de incansáveis buscas de respostas para questões existenciais: “as religiões são parte importante da memória cultural e do desenvolvimento histórico de todas as sociedades. Desse modo, abrir espaços para ensinar religiões (e não uma religião) na Escola não deve ser feito para defesa de uma delas, em detrimento de outras, mas discutindo-se princípios, valores, diferenças e tendo em vista – sempre – a compreensão do outro.”

Com estes pressupostos, compreende-se que o ensino da religião plural tem a sua especificidade na relação com as outras matérias escolares. Na verdade, como explica o Concílio Vaticano II: “a autoridade civil, que tem como fim próprio olhar pelo bem comum temporal, deve, sim, reconhecer e favorecer a vida religiosa dos cidadãos, mas excede os seus limites quando presume dirigir ou impedir os atos religiosos” (DH 3). Por estes motivos compete à Denominação religiosa estabelecer os conteúdos autênticos do ensino da religião na escola, que garanta diante dos pais e dos próprios alunos a autenticidade do ensino que se transmite, independentemente da natureza da escola (estatal ou não estatal, católica ou não católica) em que é ensinada.
Fonte: Arquidiocese

Novo Sambódromo é inaugurado com oração

O Sambódromo, no Centro do Rio, que foi reinaugurado no domingo, 12 de fevereiro, contou com as presenças do Vigário Episcopal para a Comunicação Social, Cônego Marcos William Bernardo, que representou o Arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, e dos Padres Omar Raposo e Jorge Luiz Neves (Jorjão).

Durante a cerimônia de inauguração, o presidente da Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), Jorge Castanheira, pediu que São Sebastião, padroeiro da cidade, proteja a todos e desejou um feliz Carnaval.

Componentes e baianas de diversas escolas de samba se reuniram para a lavagem da pista, e também para um momento de oração com o Cônego Marcos William.

Segundo o Cônego, a Arquidiocese do Rio esteve presente para sublinhar o samba como manifestação popular. Logo depois, pediu a todos que dessem as mãos e rezassem um Pai Nosso. Sambistas e foliões, em silêncio, se uniram na oração e, na sequência, o ator Milton Gonçalves leu uma poesia para homenagear todas as escolas de samba do Grupo Especial, o prefeito Eduardo Paes e o arquiteto Oscar Niemeyer, presentes à cerimônia.

Após passar por reformas, que o deixou conforme o arquiteto Oscar Niemeyer projetou há quase 30 anos, a reinauguração do Sambódromo começou com o prefeito cortando, junto com a Confraria do Garoto, a faixa que abre as novas arquibancadas do setor par, ao som do Hino do Rio de Janeiro, "Cidade Maravilhosa”. Logo após, teve início a "Corre Aí na Sapucaí", onde cerca de mil atletas e foliões participaram de uma corrida de 5,5 quilômetros, que marcou o local como a primeira instalação esportiva das Olimpíadas Rio 2016, onde terão lugar a largada e a chegada da maratona dos Jogos Olímpicos e as provas de tiro com arco nos Jogos Olímpicos e Jogos Paraolímpicos.

Após a premiação da corrida, um painel de ladrilhos com agradecimentos de Oscar Niemeyer ganhou destaque. Na sequência, foram descerradas placas comemorativas de inauguração do novo espaço.

O evento contou com ainda com as presenças do presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, e do secretário municipal de Turismo e presidente da Riotur, Antônio Pedro Figueira de Mello.
Fonte: Arquidiocese

Reunião para avaliar e planejar ações para a JMJ Rio2013

Um encontro para analisar o trabalho e preparar ações para o futuro próximo da Jornada Mundial da Juventude Rio2013. Desde ontem, 13 de fevereiro, todos os coordenadores de cada setor que compõe o Comitê Organizador Local (COL) estão vivendo intensamente esses aspectos. Eles permanecerão reunidos até quarta-feira, 15, no Colégio Regina Coeli, na Tijuca.

— Esse encontro faz parte de um protocolo estabelecido por qualquer evento. De vez em quando é preciso reunir para retificar ou ratificar as visões de conjunto e observar as caminhadas particulares de cada setor. Outros acontecerão até a Jornada e mesmo após para avaliação, destacou monsenhor Joel Portella Amado, coordenador geral da JMJ Rio2013.

Monsenhor Joel explicou que a primeira grande preocupação do encontro é ter uma visão geral e encontrar caminhos para que o processo de preparação da Jornada se acelere ainda mais:

— Há setores que estão avançados e outros que não tanto, e o conjunto precisaria caminhar mais, como um todo. A segunda é que cada setor avance dentro daquilo que é a previsão que o Pontifício Conselho para os Leigos (PCL), que é o Comitê Organizador Central, tem neste momento, cerca de um ano e meio antes da JMJ, dentro de um protocolo, para que neste período algumas questões já estejam respondidas.

Para cada dia foi selecionado um tópico para ser abordado. A segunda-feira foi reservada para tratar a visão geral sobre a preparação para a Jornada, a visão de conjunto, como está sendo administrando o evento, os prazos, cronograma e como está o desenho da Jornada.

Hoje, 14 de fevereiro, cada setor terá um tempo para apresentar o seu projeto, de modo que todos tomem consciência do processo, contribuam e vejam os elementos comuns.

Para a manhã de quarta-feira, representantes da Dream Factory, empresa contratada para cuidar da parte relativa aos grandes eventos públicos, estarão no encontro para apresentar seu trabalho, visões e questionamentos. Durante a tarde serão tratados assuntos específicos, em especial a visita de uma comissão do Pontifício Conselho para os Leigos, no final deste mês, e a ida do COL a Roma, no final de março. Esses dois encontros e os outros que virão, devem gerar ajustes do processo de construção da JMJ .

—Lembrando que a Jornada é feita a duas mãos, a do PCL e do COL. É claro, sempre tendo por trás a mão de Deus, pois é essa que nos conduz. Os encontros servem para que se mantenham os instrumentos afinados e se possa ter uma Jornada fiel à sua identidade por um lado, mas também fiel ao modo carioca de viver a fé, afirmou o coordenador.

Serão abordados ainda o grande ensaio geral para a Catequese, marcado para o dia 19 de maio, sob a responsabilidade do Setor de Preparação Pastoral. Um outro tema, segundo monsenhor Joel, é o planejamento de uma espécie de "mini jornada, um "ensaio geral mais amplo a ser realizado em julho desse ano, no qual haverá atos centrais, catequeses, tudo o que acontece em uma Jornada".

Fonte: Arquidiocese